
O nosso agrupamento teve o prazer de receber mais uma visita do escritor algarvio José Sequeira Gonçalves, desta vez, para apresentar o seu último romance, "Adeus, até ao meu regresso". Assim, no dia 24 de abril, cerca de 140 alunos das escolas Dr. António João Eusébio e Francisco Fernandes Lopes tiveram a oportunidade de ouvir o escritor falar das várias personagens do seu livro, escrito a quatro vozes, e de alguns episódios da sua vida que serviram de inspiração para o livro. No final, os alunos colocaram questões sobre o livro e sobre a vida do nosso convidado que, no final, deixou aos nossos alunos uma mensagem de esperança e da importância do valor da liberdade. Esta foi uma iniciativa da bibliotecas do agrupamento, no âmbito das comemorações do 25 de abril e da promoção da leitura.
Notícias 99
José Sequeira Gonçalves apresenta «Adeus, até ao meu regresso», no Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes (Escola Secundária e EB 2,3 de Moncarapacho).O algarvio José Sequeira Gonçalves vai apresentar o seu mais recente livro, «Adeus, até ao meu regresso», uma edição da Chiado Editora, no dia 24 de abril, pelas 09:30 horas, no auditório da Escola Eb 2,3 Dr. António João Eusébio e pelas 11.30 na Escola Secundária.
A obra trata de "memórias de um tempo que vai transformando a realidade em ilusão", constituindo "um romance a quatro vozes e muitas interpretações".
"Adeus até ao meu regresso" era uma frase com que os soldados portugueses em África se despediam nas mensagens televisivas de Natal. "No entanto, este não é um livro sobre a guerra colonial. É um livro sobre aquilo que nos une e aquilo que nos separa, a partir das memórias que construímos em conjunto mas que são diferentes para cada um de nós."
Fortemente marcados pela revolução de 25 de Abril de 1974, quatro amigos (dois rapazes e duas raparigas) enveredam por destinos diferentes quando se tornam adultos, rumando uns à esquerda e outros à direita.
Reencontram-se trinta anos depois para tentar por em pé um projeto político que, na sua perspetiva, iria mudar Portugal. Dário, Gilberto, Leonor e Cândida acreditaram que era possível criar uma forma de organização política que tornasse o mundo melhor. "A inspiração, essa, foram bebê-la a uma personagem que parece andar à solta nesta história e que afinal não é mais do que a projeção de cada um de nós. Para o bem e para o mal...", diz o autor.
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